Uma OIJ mais latino-americana

sábado, 4 de dezembro de 2010

Para quem ainda duvida entender de uma vez por todas a força da referência das políticas públicas desenvolvidas no Brasil, basta acompanhar o processo de escolha, em curso, da nova presidência/direção da Organização Ibero-Americana de Juventude (OIJ), que reúne Espanha, Portugal e América Latina.
O Brasil entrou como membro pleno ainda neste ano de 2010 e já é o principal articulador de uma OIJ menos "ibérica" e mais "latino-americana", sempre, claro, com diálogo e diplomacia, pelo bem dessa juventude intercontinental. Até pouco tempo, existia resistência forte entre alguns governos quanto à participação neste importante organismo, de intercâmbio de experiências e formulação de propostas, por uma visão de que se tratava de refugos do "colonialismo espanhol".
Hoje, o Brasil, Secretário Beto Cury à frente, lidera Venezuela, Equador, Argentina, Uruguai, Paraguai, Cuba, Nicarágua, El Salvador e outros para eleger Alejo Ramirez presidente, argentino, com apoio do socialismo espanhol, presidente da OIJ.
O México, numa grande ofensiva diplomática, faz o contraponto de candidaturas. Em jogo, obviamente, o sentido e o conteúdo das políticas públicas que juventude que a OIJ orientará e articulará na região. Pelo menos, as nações envolvidas em torno de Alejo deixam isso bem subentendido.

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