Atendendo ao convite do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), a Organização Iberoamericana de Juventude (OIJ), participa neste domingo (28), da abertura do 3º Encontro Nacional de Conselhos de Juventude.
A OIJ é um organismo internacional de caráter governamental criado para promover o diálogo e a cooperação nos temas relacionados à juventude entre os países iberoamericanos. Entre seus objetivos está empreender esforços para melhorar a qualidade de vida dos jovens na região; promover o fortalecimento das estruturas governamentais de juventude e formular e executar planejamentos, projetos e atividades com objetivo de colaborar com o desenvolvimento das políticas de juventude dos Estados-membros.
Atualmente, a Organização Iberoamericana de Juventude tem como países membros Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
O diretor Alejo Ramírez representará a entidade no 3º Encontro de Conselhos. Por e-mail ele conversou com o Juventude sobre o trabalho da OIJ em 2010 e a expectativa de participação na atividade do conselho brasileiro. Confira:
Estamos chegando ao fim do ano. A OIJ já faz um balanço das atividades em 2010?
Foi um ano intenso, de trabalho duro. A Pré-Conferência Mundial de Juventude, em Salvador (BA), e a Conferência Mundial em Guanajuato (México), implicaram muito trabalho, muito consenso. O Ano Internacional da Juventude é uma grande oportunidade para colocar o tema juventude na agenda pública.
Como você observa o trabalho do Conselho Nacional de Juventude do Brasil (Conjuve)?
O Conselho Nacional de Juventude é uma grande vitória do Brasil. Um espaço onde convivem múltiplas organizações, de origens e finalidades diferentes, onde os jovens do Brasil se sentem representados. Acredito que deveria haver incentivos para que outros países tomem iniciativas desta natureza
Qual a expectativa do movimento internacional ligado ao tema juventude sobre a política nacional de juventude do Brasil para o próximo período, com a posse dos novos parlamentares e da nova presidenta da República?
A OIJ espera seguir neste caminho, trabalhando junto com o Brasil. Com o ingresso formal do Brasil à OIJ se abrem muitas possibilidade de cooperação a nível iberoamericano e também entre os países. Hoje o Brasil exerce uma liderança mundial que também deve ser refletida em temas de juventude. A política de juventude do Brasil é um exemplo a ser seguido na Iberoamérica; com forte investimento público, inclusão juvenil e grandes lideranças nacionais.
Ana Cristina Santos
Ascom/Conjuve
Organização Iberoamericana (OIJ) participará do 3º Encontro de Conselhos
domingo, 28 de novembro de 2010
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